Quem nos acompanha sabe: nosso trabalho é desenvolver marca pessoal de profissionais e empresas a partir do real, de histórias verdadeiras, rotina, bastidores, valores e propósito. É isso que cria identificação e transforma seguidores em clientes.
Nos últimos anos, vimos a força de influenciadores e micro influenciadores perder tração em muitos segmentos. Por quê? Em grande parte, porque uma parcela desse mercado não vive o que vende: não conhece o dia a dia, as dores, a qualidade e as nuances que fazem uma solução ser boa de verdade. O resultado são conteúdos automáticos, sem contexto, sem sensibilidade, e o público percebe.
Enquanto isso, cresce um movimento claro: os próprios donos e líderes passaram a influenciar suas marcas. Casos conhecidos como o João Adibe, da Cimed, e o Luciano Hang, da Havan, mostram o poder da presença do fundador: quem construiu a empresa sabe contar a história com autoridade, clareza e visão de futuro.
Quando falamos de “influência”, acreditamos em estratégias de defensores da marca: pessoas que usam, defendem e recomendam de forma orgânica. É diferente de vídeos onde é óbvio que há um cachê, e que, 99% das vezes, ficam só no perfil da empresa, desperdiçando a potência de uma colaboração real.
Esse movimento só está começando. Se você ainda não coloca a cara, dá tempo. 2026 será o ano do desenvolvimento da imagem pessoal com estratégia, consistência e verdade.
Por isso, conte sua história do jeito certo, conecte com quem importa e transforme sua presença em negócio.